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feirante numa tenda de malas

Na feira, “há cada vez mais clientes a pedir” para pagar com o telemóvel

Embora nem todos os feirantes já tenham aderido ao MB Way, na feira semanal de Guimarães não se encontra uma tenda onde este meio de pagamento ainda não tenha sido pedido pelos clientes. Os comerciantes que oferecem esta possibilidade são os que vendem artigos de maior valor: malas, lingerie, sapatos. Os brasileiros de todas as idades e os portugueses mais jovens compõem o perfil dos clientes que, segundo os feirantes, mais usam o MB Way.

Mini Cooper 2004

Rita paga a transição energética

Anda de bicicleta sempre que pode, mas viu-se obrigada a gastar as suas primeiras economias num carro, porque não tinha transportes públicos para ir trabalhar. O Governo achou importante mandar-lhe um recado em forma de imposto: “só há um planeta e tu está a dar cabo dele, sua malandra”.

Autocarro urbano em Guimarães

Transportes reclamam medidas para travar preços dos combustíveis

Com os combustíveis em preços historicamente altos, o setor dos transportes – táxis, transportes coletivos de passageiros e transportadores de mercadorias – está a atravessar dificuldades. Os problemas afetam também outras empresas e instituições que pelo tipo de atividades que desenvolvem são obrigadas a ter diariamente viaturas na estrada, como é o caso dos bombeiros. Numa altura em que o gasóleo – o combustível mais usado para trabalhar – subiu quase 30% nos últimos quatro meses, as queixas relativamente à fiscalidade e à falta de sensibilidade do Governo são transversais.

Restaurante Velho Minho

A caminho do Gerês, para-se para almoçar no Velho Minho

A casa está instalada no coração de Póvoa de Lanhoso, ao lado da Câmara, num edifício de pedra que assenta como uma luva no nome: Velho Minho. Por estar dividido em duas salas, rés-do-chão e primeiro andar, o restaurante tem um aconchego de sala de jantar doméstica que disfarça os seus 70 lugares.

Logotipo fachada Finanças

Finanças de portas fechadas só atendem com marcação

Por todo o país, os balcões da Autoridade Tributária só estão a atender por marcação, com base numa norma que existe desde 2014, mas que só começou a ser implementada no período da pandemia. A Ordem dos Advogados (OA) entende que há “uma clara violação da lei, que resulta da falta de meios e recursos humanos nos serviços, e que compete ao Ministério das Finanças solucionar”. Os contabilistas queixam-se da impossibilidade de resolver questões complexas através do atendimento online e da morosidade nas marcações.